Sete módulos, uma economia de cada vez
A formação em blockchain só conquista o seu lugar quando chega onde o valor é criado. O currículo da ATT é uma base comum e percursos especializados — montados em torno da economia de cada mercado.
Pergunte a um banqueiro em Nairobi, a um advogado em Lagos ou a um diretor executivo em Acra o que querem de uma formação em blockchain e a resposta raramente é “uma introdução aos registos distribuídos”. Querem saber se os carris de stablecoins reduzem o custo de um corredor de remessas, a que os obriga uma licença de ativos virtuais, ou como um certificado de armazém se torna garantia num registo em que um banco confie.
É por isso que o currículo de blockchain da ATT é construído em sete módulos e montado em percursos. O módulo zero — Fundamentos de Blockchain: carteiras, chaves, custódia — é a entrada comum. Os seis seguintes são especializados: Stablecoins & Pagamentos Digitais; Tokenização & Ativos Reais; Contratos Inteligentes & Desenvolvimento; Regulação, KYC/AML & Conformidade; Staking, Tesouraria & DeFi; Segurança & Auditorias.
Sete públicos, sete resultados
Um percurso é o conjunto de módulos de que um público precisa, pela ordem em que precisa deles, a terminar em algo sobre o qual pode agir. Os executivos saem com um roteiro de adoção a noventa dias. Governo e decisores políticos saem com prontidão política e regulatória. Finanças e banca saem com um plano-piloto de tokenização ou pagamentos. Jurídico, risco e conformidade saem com uma lista de verificação de prontidão VASP. Os programadores saem com um contrato inteligente implantado. Pequenas empresas e startups saem com um plano de pagamentos ou angariação em cadeia. Jovens e público em geral saem com literacia de carteiras e uso seguro.
A economia decide o módulo
O continente não assenta numa só economia, e a formação também não. Os mercados ricos em recursos — Gana, RDC, África do Sul, Zâmbia — encontram a ATT pela tokenização e pelos ativos reais. Os mercados dependentes de remessas — Quénia, Nigéria, Egito, Senegal — pelas stablecoins e pelos pagamentos. Os mercados agrícolas — Quénia, Costa do Marfim, Uganda — pelos certificados de armazém e pelo financiamento agrícola.
Os corredores de comércio e logística encontram-na pelo financiamento do comércio e pelas faturas tokenizadas; a Bacia do Congo pela tokenização de créditos de carbono; as economias turísticas pela bilhética NFT, fidelização e identidade digital; as economias petrolíferas e de finanças públicas pelas obrigações tokenizadas e pelas finanças transparentes. O módulo viaja para onde o caso de uso cria valor.
Credenciais que constroem uma força de trabalho
Cada coorte termina numa credencial certificada pela ATT, alinhada com padrões da indústria. Os aprendentes mais fortes tornam-se formadores certificados pela ATT que ministram a coorte paga seguinte no seu próprio país e língua — o ciclo de formação de formadores que transforma a formação num banco continental de programadores, validadores e instrutores.
- Online — certificações, webinars públicos e coortes internas, para alcance
- Presencial — briefings executivos e governamentais, bootcamps de programadores, para confiança
- Híbrido — eventos emblemáticos e formadores locais certificados a ministrar na língua local, para a última milha
Todo o percurso termina num resultado concreto — um roteiro, um plano-piloto, um contrato implantado — não apenas um certificado.
Bancos, ministérios, ordens profissionais e universidades que queiram um percurso construído para o seu mercado podem pedir um briefing ou uma proposta de formação.
The ATT Brief — o briefing mensal, por e-mail